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"Se houvesse vacina, eu e minha irmã gêmea não teríamos sido vítimas da poliomielite", conta Boris Casoy

Por Redação em 21/07/2021 às 02:43:19

Aos 65 anos de carreira e 80 de vida, o apresentador Boris Casoy é entrevistado no Conversa com Bial de segunda-feira, 19/7. Entre os assuntos, ele fala sobre a nova empreitada como youtuber, critica a demora do Brasil para começar a vacinação contra a Covid-19 e conta sua história pessoal com uma doença que foi erradicada devido aos programas de imunização.

"Se houvesse vacina, eu e minha irmã gêmea não teríamos sido vítimas da poliomielite. Cada criança salva é um cidadão lá na frente."

Ele afirma que os dois se curaram porque seus pais tinham condições financeiras e puderam levá-los para fazer a operação e o tratamento nos Estados Unidos. Ele lamenta que boatos e fake news tenham estimulado movimentos antivacinação no país.

"Apareceu essa bobagem, essa besteira muito estimulada pelo presidente da República. Eu não perdoo Bolsonaro, ele pode ter as virtudes que tiver mas isso anula as virtudes."

Como consequência da poliomielite, Casoy, que na época tinha nove anos, conta que ficou com movimentos mais débeis. Ser uma criança menos ativa, entretanto, foi o que o aproximou ainda mais do rádio, onde sua carreira como comunicador começou. Essa e outras histórias estão no programa de hoje, que é depois do Jornal da Globo.

CONVERSA COM BIAL "Se houvesse vacina, eu e minha irmã gêmea não teríamos sido vítimas da poliomielite", conta Boris Casoy "Se houvesse vacina, eu e minha irmã não teríamos poliomielite", conta Boris ...

Fonte: www.folhamax.com.br

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